Powered By Blogger

Total de visualizações de página

quarta-feira, 13 de junho de 2012

4º ENCONTRO DOS AMIGOS DE SANTANA



Aconteceu neste domingo, 10/06/2012 em Santana, município de Urussanga-SC o 4º Encontro dos Amigos de Santana que atraiu a presença de diversos amigos vindo de toda região do país.

O encontro foi um verdadeiro sucesso, que junto à tradicional festa do Sagrado Coração de Jesus, foi regado com uma suculenta gastronomia, temperada com a presença dos filhos, netos, bisnetos, trinetos, tataranetos e amigos que contribuíram com Santana.

Obrigada a todos que colaboraram para o sucesso desse encontro. O sucesso foi de todos nós.













































































Obrigada a todos.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

FORMANDOS DE 1972, DO GINÁSIO SANTANENSE 22 DE OUTUBRO


Quatro décadas que nos formamos no ginasial em Santana (hoje, ensino fundamental). Quatro décadas de saudades. Esse é o resumo da história dos formandos de 1972, do Ginásio Santanense 22 de Outubro. Começamos no grupo escolar Lucas Bez Batti.

Turma de 1972, do Ginásio Santanense 22 de Outubro.


Da esquerda para a direita (fila de cima): Valdecir José Teixeira, Prof. José Roberto Sabino, Profª. Diva Bittencourt, José Flávio de Bona - Dé (in memorian), João Ceron, Milton Luiz Nesi, Manoel Bento Nazário, Lierte Pereira, José Valério Teixeira (Lelo), Luiz Antônio Barbosa (Dinho), João José Boava, Vânio Cardoso (Neno). Da esquerda para a direita (fila de baixo): Edvaldo Bitencout, João Machado, Daizii Bernardes, Jane Mara Barzan, Valdete Citadini, Laurentino José Mutini, Fátima Boava, Arlete de Bona Sartor (Tinha), Pedro Antônio Cimolin e José Sidney Damas (Nenem).

A formatura do ginásio foi um momento muito especial que ocorreu em nossas vidas. Momentos que foram do ápice da alegria à apreensão e tristeza. A alegria da formatura e a preocupação de deixar a terra natal e os amigos que se vão.

No ano seguinte, 1973, tomamos rumos diferentes. Cada um investiu seu sonho e iniciou seu projeto de vida, escolhendo um caminho a seguir. A trajetória ainda continua difícil, todavia as lembranças daqueles tempos, vividos em Santana, ficarão guardadas em nossas mentes para sempre.

Tínhamos como professores: Alda Nunes Sandrini Frasseto, Aldo José Neves, Ana Correia Pereira, Diva Bittencourt, Edilamar Laureano França (in memorian), Francisca de L. Luciano Alves, Ilse Barbosa, Iraci Baldessa Barbosa, Irene Domingos, Irene Ribas Pinheiro, José Roberto Sabino, Laureci Terezinha Lucietti, Ledonir Pereira, Maria Zanin, Neusa de Bona, Nilsa Cancelier Dalayti, Olanda Torres Barbosa, Paulo Bittencourt, Robélia Cardoso, Rosalina Quagliotto,  Salete Aparecida Serafim Couto, Salete de Brida Zanelatto, Sirlei Teza Cavanholi, Solange T. Albino, Sônia Regina A. Guidi, Terezinha do Canto Gastaldon, Varléia Dalbó Constância, Zenaide Novaresi  e Zelir Gaspoldini. Alguns estão na foto abaixo.


Em Santana, alunos, professores e comunidade formavam uma verdadeira família. Tudo era alegria... Bons tempos aqueles... Hoje, saudades e recordações...

Temos muitas histórias para contar:

No último dia de aula, cantávamos “me disseram que tu vais embora, todo o vale começa a chorar, alegria que havia no vale nos sabemos que tu vais levar. Teu sorriso era o meu sorriso, o meu sol eras tu meu amor. Todo o vale vermelho hoje chora solitário com a minha dor. Mas se um dia quiseres voltar estarei te esperando meu bem. Para o vale vermelho de sangue voltará a alegria também...”
Era muito emocionante. Esta canção do Trio Melodia, famosa nos anos 60, foi cantada no dia de nossa formatura em 15 de dezembro de 1972, às 19h00min, na missa de Ação de Graça na igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Santana.
Também, tinham os bailes que a nossa turma organizava para arrecadar fundos para a formatura e a viagem que foi em Florianópolis, em janeiro de 1973. Nossa! Quantas recordações...
Quando falam em felicidade, minha mente se volta à Santana e estes encontros com os amigos servem para renovar, inspirar e movimentar a minha vida. Lá se vão 40 anos de saudades...

segunda-feira, 4 de junho de 2012

AS FESTAS JUNINAS DE SANTANA


Com certeza, cada um de nós guarda recordações das festas juninas de antigamente em Santana e para iniciar essas recordações tão boas vividas por nossos pais, avôs, bisavós e tataravós em Santana, vamos lembrar-nos de uma canção muito tocada nas quadrilhas de festas juninas.

O mês de junho é marcado por fogueiras, danças, comidas típicas e muitas bandeirinhas em todo o país, apesar das peculiaridades e características próprias de cada região brasileira.

José Salvador e Odete Cadorin Salvador em uma autêntica festa junina

A tradição de festejar o dia de Santo Antônio, São João e São Pedro veio de Portugal. As Comemorações se iniciam no dia 12/06, véspera de Santo Antônio, marcada por celebrações religiosas e simpatias ainda cultivadas, e terminam no dia 29, dia de São Pedro.

Marizete, dona Tereza (in memorian) e Odete Cadorin, também participando.

O Auge da festa acontece entre os dias 23 e 24, o dia de São João e o cenário em Santana era o pátio do grupo escolar Lucas Bez Batti. Não faltava a tradicional fogueira de São João, rojão, pipoca, quentão, pinhão, amendoim, cachorro quente, quadrilha e um divertido casamento da roça com baile. A noiva quase sempre era a Leda Scarsanella ou a Nórdia Scarsanella. Dos noivos não lembro.

Zé e Odete Cadorin Salvador  e netos

Nos últimos tempos, a fogueira vem sendo vista como um costume proibitivo e não recomendado por ser nocivo ao meio ambiente, o que deve explicar o seu quase total desaparecimento em muitos lugares.

Família Cadorin Salvador

A quadrilha é uma dança francesa, trazida ao Brasil no início do século XIX, passando a ser dançada nos salões da corte e da aristocracia. Com o passar dos anos, a quadrilha passou a integrar o repertório de cantores e compositores brasileiros, tornando-se uma dança de caráter popular.

Da China veio à tradição de soltar fogos de artifício, por manusearem a pólvora e ser este país o fabricante de fogos.

A dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha, teria vindo da península Ibérica.

Em Santana, em algumas ruas costumavam-se acender as fogueiras na noite se São João, entre outros costumes, um deles era o de pular a fogueira, assim como o de atravessar o braseiro de pés descalços que, os mais corajosos diziam que não se queimavam. Ao lado das fogueiras, além de soltar fogos, também se colocava pinhão e batata doce para assarem na fogueira e era distribuído a todos os participantes.

Saudades das noites frias de junho de nossa infância querida, em Santana. Estas lembranças vão ficar registradas em nossos corações para sempre...